Plantão Jurídico

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domingo, 11 de agosto de 2013

APEOESP SUBSEDE SÃO MIGUEL PARTICIPA DA PLENÁRIA ESTADUAL CONVOCADA PELA CSP-CONLUTAS PARA A PREPARAÇÃO DA GREVE DE 30 DE AGOSTO

Na manhã deste sábado, 10 de agosto, centenas de dirigentes de diversas entidades sindicais do Estado deram mais um passo na preparação da greve nacional de 30 de agosto.
Metalúrgicos, carteiros, bancários, professores e estudantes de todo o estado estão organizando greves e paralisações de suas categoria para o dia 30 de agosto, que se desenha como mais uma grande ação na luta em defesa dos interesses dos trabalhadores contra os ataques às condições de vida impostos pelos patrões e pelos governos.
Nossa categoria precisa aproveitar esse importante dia de luta para cobrarmos de Alckmin e Herman o imediato cumprimento do negociado na greve e barrarmos os novos ataques contra a categoria. 
Vamos fortalecer a luta pelo Fora Alckmin e obrigarmos o governo a negociar nossa pauta de reivindicações!
Vamos nos apoiar na mobilização nacional para exigir de Dilma os 10%do PIB para a educação pública, já!



domingo, 7 de abril de 2013

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Sindicato dos professores da Irlanda aprova por unanimidade Boicote Acadêmico ao Estado Sionista de Israel!

Teachers Union of Ireland calls for Academic Boycott of Israel in unanimous vote; first academic union in Europe to do so | Ireland Palestine Solidarity Campaign


Teachers Union of Ireland calls for Academic Boycott of Israel in unanimous vote; first academic union in Europe to do so

tui
At its Annual Congress on Thursday 4th April 2013, the Teachers’ Union of Ireland (TUI) became the first academic union in Europe to endorse the Palestinian call for an academic boycott of Israel. The motion, which refers to Israel as an “apartheid state”, calls for “all members to cease all cultural and academic collaboration with Israel, including the exchange of scientists, students and academic personalities, as well as all cooperation in research programmes” was passed by a unanimous vote during today’s morning session.
The motion further calls on the Irish Congress of Trade Unions to “step up its campaign for boycott, divestment and sanctions (BDS) against the apartheid state of Israel until it lifts its illegal siege of Gaza and its illegal occupation of the West Bank, and agrees to abide by International law and all UN Resolutions against it”, and on the TUI to conduct an awareness campaign amongst members on the need for BDS. The motion was a composite motion proposed by the TUI Executive Committee and TUI Dublin Colleges Branch. It was presented by Jim Roche, a lecturer in the DIT School of Architecture and member of the TUI Dublin Colleges Union branch, and seconded by Gerry Quinn, Vice President of the TUI.
Speaking after the successful passage of the motion, Jim Roche said: “I am very pleased that this motion was passed with such support by TUI members, especially coming the day after Israeli occupation forces shot and killed two Palestinian teenagers in the West Bank yesterday. BDS is a noble non-violent method of resisting Israeli militarism, occupation and apartheid, and there is no question that Israel is implementing apartheid policies against the Palestinians. Indeed, many veterans of the anti-apartheid struggle in South Africa have said that it’s worse than what was experienced there.”
Mr. Roche pointed to the desperate situation of Palestinian education under occupation saying that: “Palestinians are struggling for the right to education under extremely difficult conditions. They are eager for it, as shown by the large numbers of students in third level education inside and outside the occupied Palestinian territories. Education has always been a target of the Israeli occupation, seeing forced closures of universities, disruption under checkpoint, closure and curfew regimes, and arrests, beatings and killing of both students and teachers. Sometimes, such as during the 2008-09 attack on Gaza, educational institutions have been militarily attacked. In fact I have just returned from a solidarity visit to Gaza where I had the opportunity to hear first-hand from Palestinian educators and students about their difficulties. The unanimous passage of this motion that shows that the Palestinian struggle for freedom, of which academic freedom is a key part, resonates with TUI members and sends a strong message of solidarity to their counterparts in Palestine”
Mr. Roche concluded: “We proposed this motion as we believe that, as with South Africa, the trade union movement has a vital role to play in helping apply pressure to end Israeli apartheid and occupation. I am proud that the TUI has taken a clear stand, and now support a full academic boycott of Israel in line with the Palestinian call for BDS”.
Dr. David Landy, a member of the Ireland-Palestine Solidarity Campaign and founder member of Academics for Palestine welcomed the motion saying: “This is an historic precedent, being the first such motion in Europe to explicitly call for an academic boycott of Israel. We congratulate the TUI and call on all Irish, British and European academic unions to move similar motions. Undoubtedly apologists for Israeli apartheid will complain that such motions stifle academic freedom, but this is nonsense. The Palestinian call for an academic boycott of Israel is an institutional boycott, not a boycott of individuals. Ironically, those that will jump to complain about this motion will have no words of condemnation for the de facto boycott imposed on Palestinian education by Israel, nor for its continuing attacks on Palestinian education, students and educators”.

The TUI Motion in full reads:
241. Executive Committee/Dublin Colleges(x4)
TUI demand that ICTU step up its campaign for boycott, divestment and sanctions (BDS) against the apartheid state of Israel until it lifts its illegal siege of Gaza and its illegal occupation of the West Bank, and agrees to abide by International law and all UN Resolutions against it.
Congress instructs the Executive Committee to:
(a) Conduct an awareness campaign amongst TUI members on the need for BDS
(b) Request all members to cease all cultural and academic collaboration with Israel, including the exchange of scientists, students and academic personalities, as well as all cooperation in research programmes. (ENDS)
The Palestinian Call for a Cultural and Academic Boycott of Israel can be read here:
Jim Roche is a lecturer in DIT School of Architecture and a member of the TUI Dublin Colleges Branch He is also PRO of the Irish Anti-War Movement and a member of both the Ireland-Palestine Solidarity Campaign and Gaza Action Ireland.
David Landy is a lecturer in the TCD Department of Sociology, a member of the Ireland-Palestine Solidarity Campaign national committee and a founder member of Academics for Palestine

terça-feira, 2 de abril de 2013

Direção Majoritária da APEOESP faz calúnia ao PSTU


No dia 27 de março circulou por redes sociais um texto da direção majoritária da APEOESP fazendo várias calúnias ao PSTU. A principal é que diretores da APEOESP, militantes do PSTU estariam percorrendo regiões onde a categoria está mobilizada para a greve de 19 de abril, a fim de colocar em dúvida o movimento” O motivo segundo a nota, é que os militantes do PSTU estariam inconformados pelo fato de sua proposta contra a greve ter perdido a votação na assembleia dos professores do dia 15 de março.” O motivo de toda agressividade e calúnia da direção majoritária da APEOESP ao PSTU é exposta logo no segundo parágrafo da nota, quando escrevem que “ um de seus integrantes(do PSTU)  esteve,  por exemplo, em escolas da Subsede de Piracicaba, à qual pertence a Presidenta da APEOESP, não para mobilizar os professores para a greve, como é papel de um dirigente da entidade, mas para tentar desmobilizá-los.”

O que defenderam os militantes do PSTU na assembleia de 15 de março?
Na assembleia de 15 março ocorreram duas votações. A primeira foi uma votação unanime a favor da greve. Portanto, todos os professores presentes se posicionaram pela necessidade da greve para enfrentar o governo Alckmin/Herman. Em seguida ocorreu uma segunda votação, sobre qual calendário de luta de nossa categoria. Os militantes do PSTU, que militam na Oposição Alternativa defenderam que o melhor calendário para organizar nossa luta seria nos apoiarmos na greve nacional convocada pela CNTE e na Marcha Nacional à Brasília. Como a Greve Nacional ocorrerá nos dias 23, 24 e 25 de abril e a Marcha Nacional será no dia 24 de Abril, defendemos que no dia 23 ocorressem reuniões com pais e comunidade, no dia 24 fosse uma representação de 10 ônibus para a Marcha a Brasília e que os demais professores realizassem panfletagens no entorno das escolas, no dia 25 atos regionais e nova assembleia estadual no dia 26 de abril, sexta feira.  A assembleia aprovou o indicativo de greve para o dia 19 de abril com nova assembleia na Avenida Paulista. Desde a decisão da assembleia, os militantes do PSTU e de toda Oposição estão visitando escolas, realizando atos e reuniões para construir a greve do dia 19 de abril.  Fizemos isso no próprio 15 de março durante ato em frente à SEE, defendendo a decisão da assembleia que é soberana. Defendemos a democracia operária e militamos para construir o que foi decidido pela categoria em suas instâncias, diferente da corrente majoritária da APEOESP que boicota as decisões de assembleia quando são contrárias aos seus interesses, como ocorreu em 07 de outubro de 2011, boicotando o ato dos professores na SEE.
O PSTU publicou um jornal de apoio a luta dos professores nas reuniões de RE do dia 27 de março e seguirá em todo estado construindo a greve da categoria. Não acreditamos que existam “feudos” e iremos continuar organizado a categoria em todo estado. Não existe subsede da Presidenta e subsede da Oposição, assim como não aceitamos tratamento diferenciado entre efetivos, categoria F e categoria O. Somos todos professores e todas as subsedes da APEOESP pertence a toda a categoria e todos os militantes devem visitar todas as escolas que puderem, para construir a greve, na capital, grande São Paulo e interior.  Defendemos a unidade de todos os grupos que militam na APEOESP para construir a greve do dia 19 de abril contra Alckmin/Herman.

Quem ganha com essas calúnias é Alckmin/Herman.
Estas calúnias ocorrem, pois existe um fortalecimento da Oposição em todo o estado, pois os professores sabem que a direção majoritária da APEOESP ao defender as políticas do MEC aqui em São Paulo não vão a fundo, por exemplo, contra o ensino médio integral pois todos sabemos que o governo federal é fiador deste projeto. O fato da  direção majoritária da APEOESP ter escolhido o PSTU como seu inimigo e não o governo Alckmin/Herman só pode ser explicado pelo desespero em tentar justificar seu imobilismo e incapacidade de organizar a luta de nossa categoria.

Para Derrotar Alckmin/Herman: Todos à Paulista no dia 19 de abril
É necessário derrotar Alckmin/Herman, e construir uma grande assembleia na Paulista no dia 19 de abril. Defendemos 36,74% de reposição salarial já; estabilidade a todos os professores, Trabalho Igual e Direitos Iguais; Imediata aplicação de 1/3 de hora-atividade rumo aos 50%, Contra a Farsa da Escola de Tempo Integral, por 10% do PIB para a educação pública já e contra o PNE privatista do governo Federal.
Unir todos que querem lutar contra Alckmin/Herman e repudiar as calúnias contra o PSTU!


João Zafalão
Secretário de Política Sindical da APEOESP
Oposição Alternativa/CSP-Conlutas
Militante do PSTU

III Caravana Estadual em Defesa da Educação Pública em São Miguel


Nesta terça-feira (02/04) os militantes da APEOESP Subesede São Miguel, Itaim Paulista e região foram às ruas para dialogar com os trabalhadores e estudantes de São Miguel e do Itaim Paulista sobre os ataques do Governo Alckmin/Herman à escola pública e pedir o apoio à mobilização da categoria em defesa da escola pública, do emprego, do salário e das condições de trabalho para construirmos uma grande mobilização dos professores da região e do Estado para derrotarmos Alckmin/Herman e rompermos a falsa divisão criada pelo governo. Somos todos professores!

ASSEMBLEIA ESTADUAL 19 DE ABRIL NA AVENIDA PAULISTA - 14 horas